does not know me. Their steps, in sands
of their own
land. A country
in black & white, newspapers
blown down pavements
of the world. Does
not feel
what I am.
Strength
in the dream, an oblique
suckling of nerve, the wind
throws up sand, eyes
are something locked in
hate, of hate, of hate, to
walk abroad, they conduct
their deaths apart
from my own. Those
heads, I call
my “people.”
(And who are they. People. To concern
myself, ugly man. Who
you, to concern
the white flat stomachs
of maidens, inside houses
dying. Black. Peeled moon
light on my fingers
move under
her clothes. Where
is her husband. Black
words throw up sand
to eyes, fingers of
their private dead. Whose
soul, eyes, in sand. My color
is not theirs. Lighter, white man
talk. They shy away. My own
dead souls, my, so called
people. Africa
is a foreign place. You are
as any other sad man here
american.
Tradução de Luci Collin:
O blues africano
não me conhece. Seus passos, em areias
de seu próprio
solo. Um país
em preto & branco, jornais
lançados nas calçadas
do mundo. Não
sentem
o que eu sou.
Resistência
no sonho, um oblíquo
sugar do vigor, o vento
levanta areia, os olhos
estão algo fechados no
ódio, do ódio, do ódio, para
perambularem, eles conduzem
suas mortes em separado
da minha. Aquelas
cabeças, que chamo de
meu “povo”.
(E quem são. Povo. Pra interessar
a mim, homem feio. Quem é
você, para se preocupar com
os estômagos lisos e vazios
das donzelas, morrendo
dentro das casas. Negras. Luar despido
sobre os movimentos
dos meus dedos por baixo
das roupas dela. Cadê
seu marido. Negras
palavras jogam areia
nos olhos, dedos de
seus mortos particulares. Cujas
almas, olhos, na areia. Minha cor
não é a deles. Mais clara, papo de
branco. Eles recuam assustados. Minhas próprias
almas mortas, meu, assim chamado,
povo. A África
é o estrangeiro. Você é
como qualquer outro infeliz aqui

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