I saw you who was myself
slightly stopped whistling mouth
with leather sack and breeches brown
striding the naked countryside
with summer bones long and dry
into the breadth of our glad day
mid afternoon the longer night
as you tread bareheaded bright
I saw you a wraith bemoan
stir the fires of ancien tones
scarred with sticks pome and haw
as the néctar for their script
I saw you walk the length of fields
Far as the finger of Providence
far as the mouns we call hills
ranges cut from the heart of slate
I saw you dip into your sack
scattering seed where they may
as the woodsman hews his way
through oak ash and variant pines
for writing desks that shall reflect
a sheaf of lines that speak of trees
all sober hopes requires within
all drunkenness as sacred swims
I saw the book upon the shelf
I saw you who was myself
I saw the empty sack at last
I saw the branch your shadow cast
Tradução de Fergath (Fernanda Burgath):
Eu vi você, que era eu
boca assobiando em entretom
sacola de couro e calça marrom
caminhando longe pelo campo nu
por debaixo da roupa, vi seus ossinhos
eram eles e eu, mas não sozinhos
no meio da tarde da noite mais longa
brilha no céu a sua careca redonda
te vi como um fantasma lamurioso
por detrás do grande fogo ancestral
suas cicatrizes ainda visíveis e frescas
tão necessárias a sua narrativa
galgando o campo todo
até o limite da Providência
às montanhas, que chamamos de colinas
corações de ardósia cortados em lâminas
Eu vi você meter a mão em sua sacola
e deixar cair sementes estrada afora
como o lenhador que segue seu caminho
por freixos de carvalho e pinheiros variados
por escrivaninhas que devem refletir
um feixe de linhas que falam de árvores
todas as esperanças sóbrias requerem
a embriaguez como nado sagrado
um livro na estante, no quase breu
eu vi você, que era eu
por fim, em sua sacola vazia
eu vi sua sombra que me estendia

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